1.6.05
Finalmente! 1/5
Demorou, mas eu consegui uplodear as fotos, que nao sao poucas! Estou novamente sem acentos, mas nada me impedira' de cumprir a minha missao!
Entao vamos 'a parte 1.
O mundo e' tao imenso quanto um ovo de codorna.
23/04/05. Sai' de casa em Firenze atrasada, e' logico, mas dessa vez fui salva por um atraso de 40 minutos do trem. ufa. Chegando em Milao encontrei a primeira parcela de viajantes: titia Nana e tio Ali. Foi so' largar o mochilao e pegar o trem para a terra dos antepassados dele - VERDERIO INFERIORE - uma cidade tao grande que nao tem nem estacao de trem. Ok, descemos na estacao mais proxima e la' fomos no's caminhando. Paramos no meio do caminho pra perguntar onde ficava a tal cidade, so' pra ir la' respirar o ar e voltar, mas a cidade era tao grande que os habitantes nao puderam deixar de notar a presenca de tres perdidos pela rua, e vieram nos perguntar o que era que a gente estava procurando la. Depois de uma rapida explicacao, dissemos o sobrenome da familia a esta senhora muito solicita que logo disse 'ah, eu conheco a sua familia. venham, eu levo voces ate a casa deles' e em menos de 5 minutos estavamos na casa onde nasceu o bisavo do meu tio, onde fomos recebidos pela sua tia-avo que ao olhar para a cara dele soltou um gritinho e correu para abraca-lo e beija-lo violentamente.
Essa primeira foto foi feita na frente da 'casa paterna', com a tia Tilde e o Giovanni, marido da Anna, uma prima, casal que nos levou para casa e queria tanto que a gente jantasse com eles que armaram o maior esquema: foram buscar o resto do pacote (a Mammy, a vo' e titia Gaga') que tinham acabado de aterrissar em Milao (40 min de carro). A operacao toda envolveu um complexo sistema de troca de automoveis e celulares.

No dia seguinte aquele malandrinho do Sao Pedro arrumou uma otima maneira de nos dar boas-vindas: nuvens negras e gotas grossas. Bom pro indiano que nos vendeu os guarda-chuvas na estacao central de Milao, de onde partimos para Lugano, na Suica. Essa e' a Mammy admirando a paisagem na nossa bela viagem de trem...

Chegando em Lugano pegamos a funicular para chegar ao centro da cidade, que parecia um deserto porque era domingo e as lojas estavam todas fechadas. E descobrimos que la' nao tinha muito o que ver alem das lojas. Lugano ate que e' bem ajeitadinha para um shopping center ao ar livre. Menos quando chove, e' claro.

Mas ate' que essa vista do lago redimiu um pouquinho o resto...

Essa aqui foi na estacao de Lugano esperando o trem para Como.

De volta `a Italia, a chuva continuou sem treguas. Nos contentamos com algumas vistas umidas de Como e seu belo lago.

No dia seguinte, com o tempo ja um pouquinho mais amavel, fomos passear por Milao. Essa e' a catedral (Duomo), supergotica, com linhas de visao que dirigem o olhar para o alto etc etc etc. Altissimo, de tirar o folego.


Essa e' a Mammy na Piazza Duomo se divertindo com os pombos pestilentos.

A chiquerrima Galeria Vitorio Emanuele, em varios angulos.




Existe uma tradicao local que diz que quando voce visita essa galeria deve colocar o calcanhar nas bolas desse boi e dar uma voltinha fazendo um desejo...


O castelo de Milao

No dia seguinte acabamos mudando os planos de continuar em Milao e fomos para Treviso, cidade dos meus tataravos. Parece uma cidade de bonecas...


A igreja com teto de concreto armado em forma de fungo-gigante: uma graca!


Bom, aqui termina a parte 1. Proximo capitulo, Veneza.
Entao vamos 'a parte 1.
O mundo e' tao imenso quanto um ovo de codorna.
23/04/05. Sai' de casa em Firenze atrasada, e' logico, mas dessa vez fui salva por um atraso de 40 minutos do trem. ufa. Chegando em Milao encontrei a primeira parcela de viajantes: titia Nana e tio Ali. Foi so' largar o mochilao e pegar o trem para a terra dos antepassados dele - VERDERIO INFERIORE - uma cidade tao grande que nao tem nem estacao de trem. Ok, descemos na estacao mais proxima e la' fomos no's caminhando. Paramos no meio do caminho pra perguntar onde ficava a tal cidade, so' pra ir la' respirar o ar e voltar, mas a cidade era tao grande que os habitantes nao puderam deixar de notar a presenca de tres perdidos pela rua, e vieram nos perguntar o que era que a gente estava procurando la. Depois de uma rapida explicacao, dissemos o sobrenome da familia a esta senhora muito solicita que logo disse 'ah, eu conheco a sua familia. venham, eu levo voces ate a casa deles' e em menos de 5 minutos estavamos na casa onde nasceu o bisavo do meu tio, onde fomos recebidos pela sua tia-avo que ao olhar para a cara dele soltou um gritinho e correu para abraca-lo e beija-lo violentamente.
Essa primeira foto foi feita na frente da 'casa paterna', com a tia Tilde e o Giovanni, marido da Anna, uma prima, casal que nos levou para casa e queria tanto que a gente jantasse com eles que armaram o maior esquema: foram buscar o resto do pacote (a Mammy, a vo' e titia Gaga') que tinham acabado de aterrissar em Milao (40 min de carro). A operacao toda envolveu um complexo sistema de troca de automoveis e celulares.

No dia seguinte aquele malandrinho do Sao Pedro arrumou uma otima maneira de nos dar boas-vindas: nuvens negras e gotas grossas. Bom pro indiano que nos vendeu os guarda-chuvas na estacao central de Milao, de onde partimos para Lugano, na Suica. Essa e' a Mammy admirando a paisagem na nossa bela viagem de trem...

Chegando em Lugano pegamos a funicular para chegar ao centro da cidade, que parecia um deserto porque era domingo e as lojas estavam todas fechadas. E descobrimos que la' nao tinha muito o que ver alem das lojas. Lugano ate que e' bem ajeitadinha para um shopping center ao ar livre. Menos quando chove, e' claro.

Mas ate' que essa vista do lago redimiu um pouquinho o resto...

Essa aqui foi na estacao de Lugano esperando o trem para Como.

De volta `a Italia, a chuva continuou sem treguas. Nos contentamos com algumas vistas umidas de Como e seu belo lago.

No dia seguinte, com o tempo ja um pouquinho mais amavel, fomos passear por Milao. Essa e' a catedral (Duomo), supergotica, com linhas de visao que dirigem o olhar para o alto etc etc etc. Altissimo, de tirar o folego.


Essa e' a Mammy na Piazza Duomo se divertindo com os pombos pestilentos.

A chiquerrima Galeria Vitorio Emanuele, em varios angulos.




Existe uma tradicao local que diz que quando voce visita essa galeria deve colocar o calcanhar nas bolas desse boi e dar uma voltinha fazendo um desejo...


O castelo de Milao

No dia seguinte acabamos mudando os planos de continuar em Milao e fomos para Treviso, cidade dos meus tataravos. Parece uma cidade de bonecas...


A igreja com teto de concreto armado em forma de fungo-gigante: uma graca!


Bom, aqui termina a parte 1. Proximo capitulo, Veneza.